Neste ano foram defendidas 4 teses.

Útlima atualização 09/05/2017

 

Abreu, M.T.T.V.

Título: O processo de referenciação e a construção do texto argumentativo

Orientadora: Vera Lucia Paredes da Silva Páginas: 180


Resumo da Tese

Linha de pesquisa: Mecanismos Funcionais do Uso da Língua

Este estudo visa a investigar a concatenação de verbo e complemento em sentenças cuja interpretação depende de relações estabelecidas em diversos módulos cognitivos, organizados nesse trabalho em um contínuo que vai do mais intimamente lingüístico ao não lingüístico. O estudo dos módulos foi feito a partir de dois protocolos experimentais para extração de dois tipos de dados: aquisição por crianças e potencial relacionado a evento (Event-Related Brain Potential – ERP) em adultos. Em última análise, os dados processados lançam luz sobre relevantes diferenças neuropsicológicas das concatenações estudadas, relacionando-as a seis tipos diferentes de computações cognitivas: Computações lingüísticas do tipo locais, à distancia e por deslocamento e computações não lingüísticas de Pragmática, conhecimento de mundo e Teoria da Mente.

 

França, A.I.

Título: Concatenações linguisticas: estudos de diferentes módulos cognitivos na aquisição e no cortex

Orientadora: Miriam Lemle Páginas: 235


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Linha de pesquisa: Léxico e Gramática na Teoria Gerativa

Este estudo visa a investigar a concatenação de verbo e complemento em sentenças cuja interpretação depende de relações estabelecidas em módulos cognitivos diversos, organizados aqui em um contínuo que vai do mais intimamente linguístico ao extra linguístico. O estudo dos módulos foi feito a partir de dois protocolos experimentais para extração de dois tipos de dados: aquisição por crianças e potencial relacionado a evento (Event-Related Potential ERP) em adultos. Em ultima análise, os dados processados lançam luz sobre relevantes diferenças neuropsicológicas das concatenações estudadas, relacionandoas a seis tipos diferentes de computações cognitivas: computações lingüísticas do tipo locais, à distância e por deslocamento e computações não lingüísticas de Pragmática, Conhecimento de Mundo e Teoria da Mente.

 

Bernardo, S.P.

Título: Foco e ponto de vista da conversa informal: uma abordagem sóciocognitiva

Orientadora: Anthony Julius Naro Páginas: 221


Resumo da Tese

Linha de pesquisa: Mecanismos Funcionais do Uso da Língua

Nesta tese, são levantadas manifestações lingüísticas que assinalam o foco e o ponto de vista numa conversa informal. Norteia o presente estudo a hipótese de que as mudanças de foco e de ponto de vista, gerenciadas pelos participantes da interação orientam a construção do discurso conversacional como um projeto conjunto. Postula-se uma relação estreita entre foco e ponto de vista através do conceito de enquadre perceptual, o qual compreende percepção e conceptualização, fornecendo, assim, o alinhamento para a construção conjunta da conversa. Entre as marcas elencadas como sinalizadoras dos espaços foco e ponto de vista, encontram-se: marcadores discursivos, expressões prefaciadoras, tempos verbais, advérbios e pronomes pessoais. Separaram partes da concepção de que a gramática é fruto da interação e da cognição tomando como pressupostos teóricos a teoria dos espaços mentais, os postulados de Clark (1996) e de Tomasello (1999), reunidos em um modelo para análise de conversa informal fundamentado em uma abordagem sóciocognitiva.

 

Santos, D.V.

Título: Estudos de línguas de sinais: um contexto para a análise da língua brasileira de sinais (Libras)

Orientadora: Miriam Lemle Páginas: 365


Resumo da Tese

Linha de pesquisa: Léxico e Gramática na Teoria Gerativa

Este trabalho apresenta uma revisão dos estudos sobre línguas de sinais com o principal objetivo de reunir várias questões teóricas para criar contextos para a análise da língua brasileira de sinais. No nível fonológico, ele captura o desenvolvimento a partir da abordagem simultânea das unidades sub-lexicais dos sinais até a abordagem linear e autosegmental. No nível morfossintático, ele descreve uma gramática que usa a dimensão do espaço em frente do corpo do sinalizador para formar sinais e construções. São identificadas propriedades distintivas na estrutura morfológica das línguas de sinais, bem como as diferenças nas propriedades combinatórias em relação às línguas orais. O uso do movimento tem a função de fornecer informação sobre o relacionamento dos verbos com seus argumentos, tais como a noção de pessoa e número. Outras propriedades típicas do movimento são a configuração de mão nos predicados classificadores e a noção de aspecto incorporada ao movimento. Considera-se o papel do rosto e do corpo nos diferentes tipos de sentenças. Discutem-se alguns sistemas de transcrição, o desenvolvimento de um sistema de escrita das línguas de sinais e formas de criar novos elementos no léxico.

 

 

 

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